E agora, um dos membros do casal pede um tempo.

Isto pode ocorrer com casais que já estão há algum tempo juntos, prestes a casar ou prestes a ir morar junto. Pode-se muitas vezes achar que isto acontece em apenas relacionamentos curtos ou pouco sérios. A surpresa pode vir logo a seguir, pois afinal existia uma expectativa para que o relacionamento ficasse mais firme e seguro. E agora o que faço?

Ficar temporariamente distante da pessoa que amo?

Espero?

Pressiono?

Termino a relação?

Faço mil perguntas para saber o motivo?

Isto é certamente um golpe lançado contra a autoestima de quem investiu em um relacionamento e acreditou que o outro também estivesse agindo da mesma maneira. Depois disto a mágoa pode ser um dos piores ingredientes para esta mistura de sentimentos. Porque depois de constatar que existe uma dúvida da parte do outro com relação à afetividade, fica muito difícil conviver com a espera ou uma volta. Uma união contaminada pelo receio de que isto vir a ocorrer novamente?

A conversa é inevitável, para tentar se entender os motivos pelos quais levaram o parceiro(a) a agir assim. Esta conversa pode ser feita a dois ou a três que seria o caso da terapia de casal, afinal considerando a dificuldade de conviver com este sentimento de insegurança e buscar respostas convincentes que melhorar facilitar a nova convivência.

Não é fácil realmente voltar ao relacionamento amoroso no qual se acreditou por tanto tempo ter a base no amor. Depois conviver com a hesitação do outro, suas dúvidas e atitudes muitas vezes incoerentes ao que se propõe: a junção de duas pessoas que buscam a felicidade de uma relação e construir uma vida juntos. Que amor resiste a este embate? Realmente necessitasse de uma resposta para uma decisão a ser tomada, mais cedo ou mais tarde.

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