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Ansiedade de Vestibulandos pode levar a Distúrbios Psíquicos mais Graves

Ansiedade de Vestibulandos pode levar a Distúrbios Psíquicos mais Graves

Ansiedade de Vestibulandos pode levar a Distúrbios Psíquicos mais Graves. Os mais comuns nesta situação pré-vestibular é a depressão, síndrome do pânico e fobias.

 

Da Agência Fapesp

“Levantamento feito com 1.046 vestibulandos verificou que 56,3% apresentaram sintomas de ansiedade, considerando os níveis de intensidade leve, moderado e grave. As candidatas do sexo feminino se mostraram mais ansiosas do que os homens. O estudo foi comandado pelo psiquiatra Daniel Guzinski Rodrigues, da Ulbra (Universidade Luterana do Brasil), e pela psicóloga Cátula Pelisoli, da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul).

A ansiedade é um estado emocional caracterizado por um conjunto de reações psicológicas e fisiológicas relacionadas a situações de perigo. Segundo o estudo, os cinco sintomas mais freqüentes identificados com o problema foram nervosismo, medo de que aconteça o pior, incapacidade de relaxar, sensação de calor e indigestão.”

Está é uma fase que envolve muita angústia, medo, ansiedades. Uma exigência interna e externa, em que o estudante deve escolher neste momento o que deseja ser para o resto da vida. Uma decisão pesada demais!

Cada um destes estudantes lidam de forma diferente com pressão, avaliação, disciplina, sentimentos de medo, culpa e raiva são comuns na hora de buscar a melhor estratégia para alcançar o tão esperado “passe para outro ciclo”.

Neste momento o estudante deve buscar seus recursos internos para entender melhor o que seu comportamento apresenta e desenvolver um processo de análise de si mesmo. A vida emocional e psíquica nestas circunstâncias de expectativas difíceis de prever, favorece o jovem a tomar atitudes muitas vezes impulsivamente, se deixar levar por sentimentos fortes de medo e tristeza.

Isto significa que algo não está tão bem estruturado dentro de si e vale a pena aproveitar o momento para se conhecer melhor. Os pais têm um papel fundamental para ajudar o filho a entender que estão em busca de uma forma particular de olhar a vida. São responsáveis também pela autoconfiança que seus filhos estão desenvolvendo a partir destas escolhas, ensinando-os a lidar de forma responsável por aquilo que realmente faz sentido na vida deles.

Os pais também devem tomar cuidado, para não subestimar a capacidade e a vontade dos filhos em seguir algum objetivo. “O nosso papel, como pais, deve ser o de acolher e entender que, às vezes o mau humor e a irritabilidade, podem ter sentido”

vestibular e problemas emocionais

 

Preparo para a prova

 

Os candidatos devem observarem os próprios limites na hora de programar os estudos e extrapolar pode se prejudicial.

Há um provérbio chinês que diz: “Toda longa caminhada começa com um primeiro passo”. O problema é que muitas pessoas, ou não conseguem dar este primeiro passo, ou começam a caminhada a passos tão rápidos que desistem no meio do caminho.

 

Crises de Pânico e Ansiedade

 

O motivo que pode desencadear essas crises ainda gira em torno de hipóteses, mas fatores genéticos podem estar envolvidos: a síndrome do pânico é mais comum em familiares de primeiro grau. Valença também aponta que outra possibilidade é que ela esteja ligada à falta do hormônio serotonina, que é produzido pelo cérebro. O transtorno de ansiedade “é a forma mais primitiva das pessoas conseguirem comunicar, através do corpo, que alguma coisa não está bem com elas psicologicamente. Reagir à pressão e exigência do dia-a-dia, por exemplo, é um motivo comum entre adolescentes.

Um sonho muito difícil de ser alcançado é igualmente difícil em sua jornada. Ser aprovado em um curso de medicina em uma faculdade pública é uma tarefa que exige muita dedicação, empenho e poucos estão dispostos a isso.

Para obter um bom desempenho no vestibular e ser aprovado em uma boa faculdade de medicina você não precisa fazer um sacrifício sobre-humano, mas sim de disciplina e regularidade.

Não adianta estudar 20 horas por dia nos primeiros meses, certamente você irá se cansar e desistir. Elabore uma rotina de estudos. No seu caso, como você faz cursinho, vá às aulas regularmente, assista e preste atenção em todas as aulas e calcule quanto tempo de estudos você precisará extra-classe.

Digamos que você precise de 6 horas de estudo. Vá estudando aos poucos durante a primeira semana para na semana seguinte você começar a estudar 6 horas por dia.

 

O Segredo depois estará em sua regularidade

 

Estude 6 horas por dia todos os dias. No começo será bastante difícil e desafiador, mas após um tempo isso se tornará um hábito em sua vida como escovar os dentes.

Estude inclusive aos finais de semana, mesmo que seja por um tempo mais curto, mas nunca menor que 50% do tempo que você estuda durante a semana. Se você deixar de estudar aos finais de semana perderá o ritmo no início da semana e dificilmente conseguirá manter a rotina de estudos na segunda-feira.

A dedicação precisa ser do tamanho dos seus sonhos, e seu sonho precisará deixar de ser apenas sonho para se tornar um propósito em sua vida.

Você disse que se frustra ao ver as pessoas torcendo por você em vão. Torcer sempre é bom, mas não deixe que esta “torcida” se torne uma cobrança ou grande expectativa, pois isso poderá aumentar sua ansiedade e prejudica-la para o vestibular.

Elabore não somente uma rotina de estudos, mas uma rotina de vida em que seu principal propósito é ser aprovada no vestibular e comece aos poucos, certamente os resultados virão.

Se alguns fatores estiverem atrapalhando seu desempenho como depressão, problemas com o namorado ou em família, procure resolver estes problemas para poder se concentrar efetivamente em seu propósito.

 

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Sobre a Psicóloga Daniela Carneiro

Síndrome do Pânico

Síndrome do Pânico

A síndrome do pânico, na linguagem psiquiátrica chamada de transtorno do pânico, é uma enfermidade que se caracteriza por crises absolutamente inesperadas de medo e desespero. A pessoa tem a impressão de que vai morrer naquele momento de um ataque cardíaco porque o coração dispara, sente falta de ar e tem sudorese abundante.

Quem padece de síndrome do pânico sofre durante as crises e ainda mais nos intervalos entre uma e outra, pois não faz a menor idéia de quando elas ocorrerão novamente, se dali a cinco minutos, cinco dias ou cinco meses. Isso traz tamanha insegurança que a qualidade de vida do paciente fica seriamente comprometida.

 

Principais Sintomas da Crise de Pânico:

A crise de pânico vem rapidamente e com severa angústia. A sua duração média é de 20 a 30 minutos, podendo variar de minutos a horas, atingindo seu ápice em aproximadamente 10 minutos. A frequência de ocorrência das crises é variada e estas são em geral totalmente debilitantes, sendo usualmente seguidas de fadiga, consequência do desgaste gerado pela mesma. Os Principais sintomas de uma crise de Pânico são:

Dor no peito
Sensação de engasgo
Palpitação
Tremores
Falta de ar
Rigidez
Ondas de frio ou calor
Palidez
Sudorese abundante e fria
Reflexos intensificados (hipervigilância)
Formigamento das mãos e pés
Sensação de morte ou loucura eminente
Tonteira, Vertigem, Instabilidade,
Fraqueza, Sensação de desmaio
Sensação de perda de controle, dificuldades no pensamento linear e lógico

 

Causas

Psicológicas (são as mais comuns): reação a um Stress ou a uma situação difícil cuja solução é igualmente difícil. Essa situação difícil pode ser profissional, afetiva, financeira, de saúde, etc.
Físicas: alterações no organismo provocadas, por medicamentos, doenças físicas, por abuso de álcool em drogas.
Genética familiar de Pânico ou de outros transtornos. Atenção: predisposição genética não quer dizer hereditariedade. Ou seja, Síndrome do Pânico ou Transtorno do Pânico não passa de pai para filho, não se preocupe.
O mais comum é uma combinação de várias causas.

Sofrer de Pânico não tem nada a ver com personalidade forte ou fraca, com a pessoa ser ou não corajosa.

 

Como tratar ?

Tratamento Psicológico – O Psicólogo busca auxiliar o cliente no desenvolvimento de seu auto-suporte. Procura facilitar a pessoa a entrar mais em contato com suas sensações, por exemplo através do trabalho corporal (ex.: respiração). Visa proporcionar ao cliente a oportunidade de experimentar a possibilidade de correr riscos com seu próprio suporte, dentro do ambiente “seguro” proporcionado pelo espaço psicoterapêutico, solidificando sua autoconfiança.

Normalmente uma associação de tratamento psicoterápico e medicamentoso traz excelentes resultados. Lembrando que para o uso de medicamentos deve-se sempre procurar um médico.

 

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