Categoria: Relacionamento Amoroso

Terapia de casal pode ajudar

Terapia de casal pode ajudar

Terapia de casal pode ajudar

Descubram se vocês precisam de Terapia de casal | As 5 perguntas – Vocês precisam fazer Terapia de Casal?

A Terapia de casal pode ajudar e poderá se fazer necessária quando ambos estão concluindo que sozinhos ficará muito difícil um diálogo tranquilo.

Eu tenho observado em minha experiência como psicóloga de casais, que as pessoas que passam por crises ou monotonia no casamento ou namoro muitas vezes apresentam forte dificuldade para um diálogo franco e honesto.

Geralmente quando tentam conversar sobre o problema emocional que os afligem, as brigas surgem como impecílio para qualquer mudança.

Fadados a esta condição estressante e sem sentido, os casais muitas vezes precisam da mediação de um psicólogo especialista em relacionamento para ajudá-los a entender o que de fato prejudica a relação amorosa. Leia também : Como melhorar o relacionamento amoroso

A terapia de casal pode ser muito válida, para descobrirem juntos os pontos fracos e fortes do relacionamento. A partir deste ponto é possível avaliarem com mais tranquilidade o que se perdeu no decorrer do caminho.

A terapia conjugal pode ajudar o casal retornar à harmonia que um dia tiveram, abrindo a possibilidade enfrentarem seus problemas (atuais e futuros) de forma ativa, sem que as suas próprias defesas psíquicas tragam prejuízos à relação. Também pode servir para mostrar que este é realmente o momento em que a relação amorosa chegou ao fim.

 

Mas como saber se é a hora certa de iniciar a terapia de casal?

 

Atualmente muitos relacionamentos terminam antes mesmo de seus integrantes tentarem melhorar seu convívio e a própria qualidade de vida, como se o relacionamento já estivesse fadado ao término desde seu início.

A vantagem da terapia de casal é obter a certeza que tentaram tudo o que podiam para salvar o casamento ou o namoro sem que desistissem e abandonassem todas as possibilidades de resgate.  E desta forma sentirem-se mais seguros quanto a decisões futuras.

 

As 5 perguntas para você se fazer e obter a resposta

 

#1 – Como está a comunicação no meu relacionamento?

 

Muitas vezes a comunicação entre os casais está prejudicada porque os ambos evitam os conflitos, fingem para si mesmos e para o outro que os problemas não existem. É necessário que tanto um como o outro observe os comportamentos que estão sendo negativos e prejudiciais, criar uma atmosfera de confiança e proximidade. O acolhimento e a escuta depende muito da percepção que você tem de si e tem dos outros.

 

#2 Quais sentimentos o parceiro (a) desperta em mim?

 

Muitas vezes o relacionamento já está tão desgastado, que os sentimentos positivos do início do namoro passam a ser muito negativo. Uma espécie de birra do outro, implicância e a falta de interesse sexual.

Este pode ser um momento delicado na vida do casal, porque ainda existe também o desejo de estar junto e não querer a separação. Será que não é a hora de buscar ajuda de um psicólogo? Iniciarem uma terapia de casal pode ser a melhor forma de compreender este emaranhado de sentimentos.

 

#3 Qual o significado do namoro ou casamento para mim?

 

Com o passar do tempo o relacionamento amoroso pode passar por várias fases, as mudanças de objetivos vão se modificando assim como a percepção das vivências.

Com isto em mente, se faz necessário questionar-se sobre o significado do seu relacionamento no momento presente, que sentido você atribui a ele? Por que continuar ou não em um relacionamento com esta pessoa?

Estes questionamentos podem servir para auxiliar nas decisões futuras, independente de quais sejam. Por isso é necessário uma boa reflexão a cerca das respostas.

 

#4 Eu realmente quero estar neste relacionamento?

 

Ser capaz de fazer este tipo de reflexão ajuda você a encontrar as próprias motivações para estar neste relacionamento. Um casamento ou namoro difícil pode acobertar uma série de informações importantes a cerca dos próprios sentimentos e interesses. O verdadeiro desejo para estar com aquela pessoa e exercitar um papel que você mesmo (a) se propõe a viver.

Com o tempo e com os desgastes naturais, a motivação inicial de continuar na relação pode deixar de existir, fazendo com que os integrantes deixem de abrir mão de certas coisas, que são naturais em um relacionamento, causando cada vez mais conflitos. Neste caso, questionamentos como: Eu quero estar nesta relação? O que eu desejo desta relação? E o que eu posso fazer para melhorá-la?

 

#5 Eu quero que o meu relacionamento amoroso funcione e perdure?

 

Esta pode ser a questão principal a se fazer a respeito do relacionamento. Algumas pessoas podem alegar amar muito seus parceiros, mas no fundo, independente dos motivos, podem desejar que a relação não dê certo, desejando secretamente que ela acabe – ou até influenciando ativamente para isto ocorrer. Não adianta tentar melhorar a relação, quando na verdade não queremos que isto ocorra. Por isso, é preciso perceber os desejos de continuar verdadeiramente com a relação ou não.

Caso você tenha mais respostas negativas do que respostas positivas para estas questões e/ou esteja até mesmo pensando em terminar seu relacionamento, a terapia de casal pode ser útil. Em alguns casos somente um dos integrantes pode estar insatisfeito com a relação e a terapia pode fazer com que ambos (até o quem estava satisfeito), se desenvolvam em prol da relação. Caso você perceba que o parceiro é quem está insatisfeito, você também pode propor a terapia para ele.

Lembrando que a terapia de casal não serve somente para quem está casado formalmente, ela serve para qualquer tipo de relacionamento, contando apenas com a premissa de que a relação esteja passando por momentos de dificuldade e que seus integrantes estejam dispostos a trabalhar a favor dela.

Leia também:  Dificuldades com Relacionamento Amoroso

Ajuda para casal | Melhorar o Relacionamento Amoroso | Terapia de Casal

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Raiva no relacionamento amoroso

Raiva no relacionamento amoroso: como usá-la de forma produtiva?

Raiva no relacionamento amoroso

O ódio pode causar muitos males ao casal,  a raiva surge quando menos se espera e como usá-la de forma produtiva para melhorar seu relacionamento amoroso?  Você pode aprender a lidar com sentimento de raiva, ira, ódio e descontrole emocional.

Todos sabemos o que é a raiva , e todos sentimos isso: seja como um incômodo fugaz ou como uma fúria total.

 

Muitas vezes o desgaste do relacionamento afetivo, incompatibilidade de gênios, mudanças repentinas na vida, nascimento de filhos, envolvimento de familiares, ou até mesmo um estado de depressão pode trazer a tona sensações destrutivas direcionadas a quem mais amamos.

Raiva no relacionamento amoroso

A raiva é um sentimento normal , como qualquer outro. Mesmo que cotidianamente seja atribuída a questões negativas e as pessoas façam de tudo para não sentir, é inevitável que isso aconteça e, se encarada com naturalidade, pode ser um sentimento de grande importância e ensinar muito sobre nós mesmos.
Se fosse fazer uma comparação entre emoções, a raiva estaria bem próxima da paixão em termos de energia. É como um vulcão em ebulição, que borbulha em emoção e urgência e nos motiva a fazer coisas que, em outras situações, nunca seríamos capazes de fazer.
Por isso que, a depender de como é compreendida e utilizada, a raiva pode tanto produzir quanto causar muita destruição, especialmente no que concerne ao amor.

 

O que a raiva no relacionamento pode fazer com o amor?

 

A raiva aponta que algo está muito, mas muito errado por ali e, além disso, que você precisa tomar uma atitude com urgência! A raiva é enérgica; ela grita, repete e insiste. Se a pessoa não toma uma atitude, expressa a sua “raiva” de alguma maneira e resolve a situação, ela continuará por ali “martelando” na cabeça.
Nessa pequena ilustração, podemos de cara identificar dois problemas clássicos que a raiva pode provocar nos relacionamentos amorosos. O primeiro é o da expressão. A urgência da raiva muitas vezes é refletida em impulsividade e intolerância, então agimos “sem pensar nas consequências” e acabamos falando e fazendo o que não gostaríamos.

 

Arrependimento após descontrole emocional

 

Quantas pessoas depois se arrependem de terem cometido algum grande erro em momento de raiva, que feriu o(a) seu(sua) amado(a)? E, para piorar, na próxima vez em que ficam com raiva, acabam cometendo o mesmo erro novamente?
O segundo grande problema é o do rancor. Quando guardamos a raiva, a “engolimos”, transformamo-la em rancor, em mágoa, que mina o nosso humor, a nossa concentração, autoestima, enfim, toda a nossa saúde mental e, além disso, mina também o nosso sentimento pelo outro.

Aquele amor vai, aos poucos, se desgastando e, sem percebermos, deixamos de olhar para as qualidades do outro e só percebemos os seus defeitos, que reforçam cada vez mais aquele rancor. Pequenas falhas se tornam grandes. Pequenas discussões se tornam grandes brigas. E o relacionamento acaba.

 

Como usar a raiva no relacionamento amoroso de forma produtiva?

 

Como disse no início, a raiva porém, pode ser um sentimento produtivo, que diz muito sobre a situação e sobre nós mesmos. Se você sofre com a raiva em seu relacionamento amoroso, primeiramente, identifique qual é a sua grande dificuldade de lidar com o sentimento.
Seria uma dificuldade de expressão? Seria o rancor? Seria uma dificuldade em perdoar? Seria um problema maior, mais íntimo, que desperta uma raiva desproporcional?
Se você tem dificuldades em se expressar e “explode” facilmente, tente conhecer como o seu corpo funciona. Revisite cada um dos momentos de sua memória, perceba como o seu corpo reage, coração, músculos, o que você pensa, que sentimentos vem junto, respiração… cada uma dessas partes que vai perdendo o controle e exercite o autocontrole, aos poucos.

Aumente o seu repertório de expressão, tente acusar menos e expressar mais como você está se sentindo. Da mesma forma, não reprima a raiva, mas crie momentos para falar sobre questões não resolvidas de forma a encontrar soluções com o seu amor, juntos, sem acusações ou culpabilizações.

 

A Natureza da Raiva

Raiva no relacionamento amoroso

A raiva é “um estado emocional que varia de intensidade de leve irritação a intensa fúria e raiva”, de acordo com Charles Spielberger, PhD, psicólogo especializado no estudo da raiva. Como outras emoções, é acompanhada por mudanças fisiológicas e biológicas; Quando você fica com raiva, sua freqüência cardíaca e pressão arterial aumentam, assim como os níveis de seus hormônios energéticos, adrenalina e noradrenalina.

A raiva pode ser causada por eventos externos e internos. Você pode estar com raiva de uma pessoa específica (como um colega de trabalho ou supervisor) ou evento (um engarrafamento, um vôo cancelado), ou sua raiva pode ser causada por preocupação ou reflexão sobre seus problemas pessoais. Memórias de eventos traumáticos ou enfurecentes também podem desencadear sentimentos de raiva.

 

Expressando raiva

 

A maneira instintiva e natural de expressar raiva é responder de forma agressiva. A raiva é uma resposta natural e adaptativa às ameaças; Ele inspira sentimentos e comportamentos poderosos, muitas vezes agressivos, que nos permitem lutar e nos defender quando somos atacados. Uma certa quantidade de raiva, portanto, é necessária para nossa sobrevivência.

Por outro lado, não podemos afastar fisicamente a cada pessoa ou objeto que nos irrita ou nos irrita; leis, normas sociais e limites do lugar de senso comum quanto a nossa raiva pode nos levar.

As pessoas usam uma variedade de processos conscientes e inconscientes para lidar com seus sentimentos de raiva . As três abordagens principais são expressar, suprimir e acalmar. Expressar seus sentimentos irritados de uma maneira assertiva-não agressiva é a maneira mais saudável de expressar raiva. Para fazer isso, você precisa aprender a deixar claro quais são suas necessidades, e como obtê-los, sem machucar os outros. Ser assertivo não significa ser agressivo ou exigente; Significa ser respeitoso com você e com os outros.

A raiva no relacionamento amoroso pode ser suprimida e depois convertida ou redirecionada. Isso acontece quando você mantém sua raiva, pare de pensar nisso e se concentre em algo positivo. O objetivo é inibir ou suprimir sua raiva e convertê-la em comportamento mais construtivo. O perigo neste tipo de resposta é que, se não for permitido a expressão externa, sua raiva pode se virar para si mesmo. A raiva virada para dentro pode causar hipertensão, pressão alta ou depressão.

A raiva injustificada pode criar outros problemas. Isso pode levar a expressões patológicas de raiva, como o comportamento passivo-agressivo (voltando às pessoas indiretamente, sem dizer-lhes o porquê, ao invés de enfrentá-las de frente) ou uma personalidade que parece perpetuamente cínica e hostil. As pessoas que estão constantemente colocando os outros, criticando tudo e fazendo comentários cínicos não aprenderam a expressar de forma construtiva sua raiva. Não surpreendentemente, eles não são susceptíveis de ter muitos relacionamentos bem sucedidos.

Finalmente, você pode se acalmar por dentro . Isso significa não apenas controlar o seu comportamento externo, mas também controlar suas respostas internas, tomar medidas para diminuir a freqüência cardíaca, acalmar-se e deixar que os sentimentos diminuam.

Como observa o Dr. Spielberger, “quando nenhuma dessas três técnicas funciona, é quando alguém – ou algo assim – vai se machucar”.

Poderá aprender a controlar a raiva em um relacionamento amoroso e se permiti viver as experiências de forma mais equilibrada, com decisões assertivas e coerentes com o que você realmente sente.
E, se for possível, faça uma psicoterapia e busca conhecer mais a fundo seus limites, os sentidos de sua raiva e como resolver cada uma dessas questões da melhor maneira.

Raiva no relacionamento amoroso

 

 

dependente afetivo e emocional

Dependente afetivo, você pode ser um?

Como funciona um dependente afetivo nas relações humanas?

O dependente afetivo sofre um conflito muito grande. Busca uma satisfação de seu desejo e ao mesmo tempo se protege do medo e insegurança causada por suas angústias.

Eu sou um dependente afetivo?

A dependência afetiva é consequência de diversos fatores comportamentais, psicológicos e hereditários, não podemos especificar um único motivo para justificar este comportamento.
Naturalmente imaginamos que uma pessoa dependente afetivo ou dependente emocional sofre muito porque vive um eterno conflito entre ajudar o outro, ser aprovado o tempo todo, não errar, se sentir sempre aceita, evitar ao máximo qualquer situação onde possa se sentir rejeitada. E mesmo demonstrando por alguns segundos o sentimento de raiva ou desgosto, retorna ao ponto original de submissão, arrependida de tal atitude.

Características de um dependente afetivo

• Sente enorme desconforto em quando estão sozinhos.
• Dificuldades em tomar decisões.
• Dificuldade para discordar do outro.
• Não conseguem iniciar projetos por medo da desaprovação.
• Quando seus relacionamentos amorosos terminam, dificilmente aceitam a separação ou não sossegam ate encontrar outra pessoa.
• O medo de ficar sozinho tira o sono.
• São capazes de loucuras para não perderem a companhia.

Sintomas de mulheres e homens que amam demais e demonstram serem dependentes afetivos.

• Desejam exageradamente ter um parceiro (a).
• O término de um relacionamento é um trauma.
• Não sossegam até encontrar um novo parceiro ou parceira.
• Esquece os elogios que recebem e supervalorizam as críticas.
• A vida é baseada exclusivamente em fatores externos.
• Passa a vida esperando pelo homem ou a mulher dos sonhos. Têm picos depressivos, ira, culpa e ressentimentos.
• Ataques de violência contra si e contra os outros.
• Sente ódio de si mesmo (a) e consegue justificá-los.

O psicólogo trabalha os seguintes conceitos:

1) Assumir a dependência

O primeiro passo para qualquer dependente afetivo é assumir a dependência emocional.

Dessa forma, fica mais fácil aderir ao tratamento.

2) Identificação das qualidades

Aqui o psicólogo resgata as conquistas do paciente.

O dependente enxerga suas qualidades.

Este encontro promove a autoestima.

As limitações começam a ser vistas como pontos a melhorar e não como uma sentença do destino.

3) Assumir as rédeas da vida

O paciente toma para si o controle da sua vida.

Assume responsabilidades pelos seus atos.

Aprender a falar NÃO e encerrar comportamentos destrutivos.

A pessoa trilha um caminho e o segue com a cabeça erguida.

4) Consciência da personalidade e fazer novas amizades e contatos
Cada indivíduo possui uma personalidade.

Algumas pessoas são mais expansivas.

Outras são mais introspectivas.

Dentro dessas variantes, os relacionamentos possuem nuances distintas. Não importa o número de amigos, nem de namorados. Ou se é extrovertido ou tímido. Cultivar uma rede de relacionamentos é importante para a saúde mental e física.

5) Estabeleça metas
Estabelecer metas para a vida.

Objetivos em curto prazo que seja prazeroso e saudável.
Exercícios físicos, viagens, adquirir novos conhecimentos um hobby e fazer novos amigos. E fazer o bem, se sentindo útil e generoso.

6) Desintoxicação

Aqui, a pessoa aprende a viver a própria vida.

Conversar com alguém de fora ajuda a clarear as ideias.

O profissional resgata as pendências que tornaram o indivíduo um dependente afetivo. Neste processo, o paciente descobre suas qualidades, aprende a superar as limitações e cuidar das feridas.

A pessoa interrompe comportamentos destrutivos e impede abusos de pessoas manipuladoras.

É difícil encontrar quem não tenha expectativas irreais sobre o outro. Mesmo quem não apresenta os sintomas citados, vez ou outra espera por pessoas mágicas que as livrará de todo o mal.

Podemos nos decepcionar por não sermos correspondidos. Não tem nada de errado querer ter amigos ou viver relacionamentos amorosos. Redes de relacionamentos como já disseram é ótimo para a saúde psicológica e física. Entretanto, cada um é responsável pela sua felicidade.

Não implore por amizade. Não se rasteje por amor. Nenhum ser humano merece se humilhar para não ficar sozinho.

Não nascemos para viver na sombra de ninguém. Vivemos para aprendermos com as experiências sejam elas boas ou ruins. Amizades e relacionamentos amorosos oferecem a oportunidade de crescimento emocional quando percebemos que somos um separado e temos nossa essência.
A troca afetiva é valiosa em todas as relações saudáveis e harmoniosas. Quando a soma e o investimento equilibrado nas relações humanas forem os principais objetivos de sua vida fica mais fácil contornar os conflitos e as dificuldades que sempre existirão nos relacionamentos.
E o grande aprendizado da nossa existência é aprender a lidar com o que é diferente, não acham?

Psicóloga Daniela Carneiro

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Relacionamento amoroso

A Dificuldade com Relacionamento Amoroso

Algumas dicas para melhorar o seu relacionamento amoroso

A dificuldade com relacionamento amoroso poderá ser superável a partir do momento em que ambos reconhecem a problemática do casamento ou namoro.

Saibam que certas atitudes e situações podem acabar com o relacionamento do casal. Vejam abaixo quais são estas dificuldades para que vocês possam evitá-las em seu dia-a-dia:

 

1 – Não compartilhar as tarefas domésticas

Esta é uma das queixas mais comuns entre as mulheres. Quando um dos membros do casal sente que trabalha mais em casa do que o outro, está construído o ambiente para um conflito. Quando estamos cegos de amor, até nos parece engraçado uma roupa suja jogada no chão e as louças acumuladas na pia. Mas quando se convive de verdade essas tarefas domésticas podem se converter em um inferno.

Solução:

Ainda que pareça incômodo, este é um tema que deve ser esclarecido desde o começo da relação. Há que ser feito um acordo para dividir as tarefas. Mas é importante levar em conta a carga horária e as responsabilidades de cada um fora de casa. Não caia no erro de fazer tudo sozinha porque não suporta a sujeira. E jamais coloque a limpeza do lar acima do sexo e do descanso.

 

2 – Cair na rotina

A rotina se instalou em sua vida? Não suporta estar sempre com sua família ou metida em casa? Antes de buscar soluções, você deve se perguntar se segue apaixonada por ele ou se isso se trata apenas de excesso de confiança e acomodação.

Solução:

Combater a rotina necessita de um esforço permanente por parte de ambos. A saída de emergência é não fazerem tudo juntos. Gaste mais tempo com seus amigos, façam coisas separadamente, busquem ocupações que façam com que vocês saíam de casa.

 

3 – Família e ambientes diferentes

Algumas vezes são as circunstâncias externas que fazem uma relação enfraquecer. As diferenças socioculturais ou inclusive a forma como foram criados podem influenciar. Você o quer, mas sente que ele deveria ser mais culto? Não se sente bem junto com a família dele, ou o contrário?

Solução:

Estas são questões muito delicadas que precisam ser resolvidas com comunicação e tato. A primeira coisa a fazer é nunca aparentar ser o que não é. Não tente mudar os hábitos de seu companheiro para que ele seja como você quer. Respeite a família dele. Tente ser flexível e muito tolerante para que o outro não se veja forçado a fazer coisas que não se sente confortável.

 

4 – Muitas contas a pagar

O aluguel, as faturas dos cartões de crédito, a escola das crianças, o plano de saúde… Algumas vezes, ter uma vida em comum acarreta em uma alta carga econômica. E se algum dos dois não está bem no trabalho, a preocupação financeira se transpõe para a relação. É difícil manter o bom humor quando não se sabe se o dinheiro dará para o mês todo.

Solução:

O primeiro passo é tentar reduzir os gastos. Aquele que estiver melhor estruturado financeiramente deve apoiar o outro e não se tornar em um elemento de pressão.

 

5 – Viver pensando no trabalho

Algumas vezes o trabalho toma tanto tempo que vida pessoal acaba ficando em segundo plano. Todos nós temos obrigações e responsabilidades e é importante termos ambições profissionais. Mas há que se por limites para que o trabalho não ocupe a maior parte de seu tempo e pensamento.

Solução:

O melhor a fazer é conversar e tentar resolver a situação com argumentos reais. Se um de vocês tem muitas responsabilidades e uma alta carga horária no trabalho, é preciso fazer um pacto para tentar aproveitar ao máximo o tempo que passam juntos. Não esqueça: a qualidade é mais importante que a quantidade.

 

6 – Ciúmes

Conviver com uma pessoa ciumenta pode se tornar um inferno. O mais triste é que homens ciumentos costumam ser machistas e possessivos de uma forma insuportável.

Solução:

A pessoa ciumenta tem que ter claro que não há motivos para se preocupar. Mas quem sofre com isso não pode deixar que o outro acabe com sua liberdade ou que acabe renunciando a amizades. A confiança da pessoa tem que ser trabalhada, inclusive com um acompanhamento psicológico.

 

7 – Um de vocês não quer ter filhos

A maternidade ou a paternidade pode provocar vários tremores na relação. E não são somente os homens que retardam o momento de serem pais. Com suas novas posições na sociedade, a mulher, às vezes, coloca sua carreira acima do desejo de ser mãe.

Solução:

Um dos dois pode não estar apaixonado o suficiente para querer ter um filho ou talvez o assuste a responsabilidade que um filho pode trazer. O melhor a fazer é conversar para descobrir o real motivo.

 

8 – Egoísmo

Muitas pessoas que são maravilhosas com seus amigos e família são extremamente egoístas com seu parceiro. A causa pode estar no fato de não estarem acostumados a compartilhar suas coisas, seu tempo, seu espaço ou sua vida com outras pessoas. Isso pode ser conseqüência do medo de perder a independência.

Solução:

Quem é egoísta deve saber disso para poder mudar. O melhor a fazer é tratar essa pessoa com o mesmo veneno, ou seja, sendo egoísta também. Mas, sobretudo, é preciso ter paciência com o outro.

 

9 – Ter um trabalho melhor que o dele

Você jamais pensaria que ele é um desses homens que se sentem diminuídos porque a mulher ganha mais do que ele. No entanto, tem percebido que nos últimos dias ele se sente mal-humorado e que seu desejo sexual diminuiu.

Solução:

Fale claramente com ele sobre o que pensa. Tente racionalizar a situação. Não permita que ele lhe tire seus méritos. Se ele não mudar de idéia e continuar com essas atitudes machistas, pense melhor se vale a pena continuar o relacionamento.

 

10 – Falta de comunicação

De todos, talvez este seja o problema mais grave, pois implica na “não solução” de todos os anteriores. Conversar sobre como foi o seu dia, sobre as expectativas da vida, enfim, levantar discussões que construam uma relação adulta e saudável.

Solução:

Falar, falar e falar. É preferível comentar sobre qualquer coisa e situação que nos perturbe, por menor que sejam, antes que elas se convertam em uma bomba. A comunicação do casal deve se basear no respeito e na tolerância.

Mais do que se amar no singular, amem-se muito e completamente a dois.

 


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Como melhorar o relacionamento amoroso

Melhorar o relacionamento amoroso

Como melhorar o relacionamento amoroso? Como identificar os problemas que são prejudiciais ao seu casamento, isto já é um bom começo para iniciar mudanças significativas. Entender, refletir e aceitar alguns comportamentos podem facilitar a vida a dois.

No casamento ou namoro sempre haverão diferenças de pensamentos e sentimentos, como você poderá avaliar melhor e ajudar sua relação amorosa a progredir e evoluir?

Que tipo de problemas e divisão de tarefas podem trazer para o casamento no primeiro ano e como entrar num acordo com o parceiro? Veja as 6 informações valiosas para ajudar nas mudanças e como melhorar o relacionamento amoroso.

1- Problemas e divisão de tarefas: Conflitos entre o casal

Quando não há um acordo claro para a divisão de tarefas

_ Mágoa e sensação de estar cuidando sozinho (a) da relação. Sensação de pouco caso.

_ Ocorre uma desmotivação com relação à postura do parceiro ou parceira.

_ Possíveis irritações e necessidade de descarregar a raiva no outro ou em si mesmo (a).

_Tentativas de afrontar o outro com cobranças.

_Falta de comprometimento na relação.

_ Dúvidas sobre o quê o parceiro (a) sente de fato, medo e inseguranças.

_ Diminuição do interesse sexual, já que um dos parceiros se sente sobrecarregado com tantas atividades.

Estes são sinais para você ficar atento(a) as mudanças que deverá fazer para tentar melhorar o relacionamento amoroso com o seu parceiro ou parceira.

2- Como entrar num acordo com o parceiro?

– Para que haja um acordo entre o casal, o diálogo deve ser colocado em prática com intuito de fazer um combinado e estabelecer uma organização de atividades. Estas atividades poderão ser reavaliadas conforme a disponibilidade de cada um.

Descobrirem juntos as necessidades prioritárias dos dois como casal.

Cada um tem seu tempo, o ideal é controlar as expectativas com relação ao outro.

Controlar o seu nível de exigência, respeitando seu modo de execução.

Ajudar nas tarefas é um papel colaborativo que favorece o entrosamento e fortalece o vínculo do casal.

3- Qual a melhor maneira de estabelecer a frequência das visitas aos familiares dos dois lados para não causar ciúmes e brigas entre o casal?

A frequência das vistas familiares será estabelecida conforme a necessidade de cada um, levando-se em conta o respeito e cumplicidade de ambos. O Relacionamento amoroso durante o casamento faz parte das relações sociais do casal e o envolvimento da família é natural, mas existem limites para a convivência a fim de preservarem a intimidade. Nem sempre é possível administrar e lidar como isto, devida as necessidades de cada um em apoiar e suprir dificuldades dos familiares em algumas situações de vida.

4- Quando a frequência de relação sexual pode se tornar um problema para o casamento? Como entrar num acordo para agradar os dois lados?

A frequência das relações sexuais não deve seguir um padrão, porque se assim o for o casal assumirá uma obrigação um com o outro neste aspecto. O ideal é se sentirem livres, ambos poderão falar sobre suas necessidades e a forma como agirão com o outro no caso de uma negativa, isto ajudará a lidarem com o sentimento de rejeição. Quando houver um conflito e a frequência começar incomodar um ou outro o ideal é conversarem a respeito de seus próprios sentimentos.

5- Após o casamento, os casais – principalmente aqueles que moravam sozinhos – podem estranhar a falta de privacidade. Como se acostumar a essa nova situação e não deixar que ela atrapalhe a relação?

No primeiro ano de casamento ocorrem algumas mudanças no convívio, afinal é um momento onde acontece um processo de adaptação entre de duas pessoas que administram suas vidas de modo particular. A privacidade é algo relativo quando se trata de um relacionamento conjugal, porque cada pessoa funciona de um jeito e durante o tempo que passam juntos a intimidade se estabelece fortemente, na maioria das vezes.

Cabe a cada casal encontrar um meio termo que favoreça a compreensão do limite dado ao outro.

O respeito à privacidade do outro é um conceito que envolve segurança pessoal, autoestima e autoconfiança.

6- Depois do casamento, é comum descobrir que o parceiro não é exatamente como se esperava no dia a dia. Como a autoestima influencia ao lidar com as expectativas não são atingidas? 

A idealização do outro no relacionamento afetivo e é muito comum acontecer, às pessoas percebem algumas diferenças e  as mudanças como o tempo, isto é, notam que os comportamentos não correspondem a realidade e ao que o parceiro apresenta de fato.

A autoestima tem grande influência nos relacionamentos, ela é quem gerencia todas as decisões, sentimentos e motivações durante o período de envolvimento com o outro. Quanto maior o nível de exigência relacionada à sua própria autoestima, maior a decepção com relação à escolha de um parceiro amoroso.

Porque a autoestima influencia no relacionamento amoroso?

Uma pessoa com baixa autoestima poderá ter uma tendência maior a criar mais expectativas com relação às pessoas e fantasiar de acordo com suas carências emocionais. Nem sempre o(a) parceiro(a) amoroso corresponde a imagem idealizada e consequentemente durante o casamento a decepção se torna possível.

A melhor forma de lidar com tudo isto é através do diálogo franco e aberto, desta forma facilitará o entendimento daquilo que o outro realmente demonstra. Para que isto aconteça de forma mais natural e menos conflituosa, o casal deve estar em um processo de amadurecimento e reconhecimento de si mesmos e capazes de superarem dificuldades na vida.

Melhorar o relacionamento amoroso irá depender da sua vontade de investir neste convívio e também de sua capacidade de vencer e se superar diante de algumas frustrações.

Se ainda sim houverem dificuldades, procure um psicólogo,  a ajuda de um terapeuta para casais poderá ser de grande valia, um espaço apropriado para vocês exporem as problemáticas do relacionamento a dois e um profissional preparado para orientá-los.

Como melhorar o relacionamento amoroso

Daniela Carneiro

 

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