Não existem “receitas mágicas” ou “milagres”. É necessário fazer um trabalho pessoal emocional (virado para dentro de si), de inter-ajuda e compromisso diário. É extremamente difícil enfrentar este desafio, com sucesso, caso o faça sozinho. Encontre pessoas disponíveis.

Dica:

  1. Procure identificar o sentimento enquanto ele está para acontecer, no aqui-e-agora. Pergunte a si mesmo: Como é que me sinto agora? Estou triste? zangado? contente? confuso? feliz? ansioso?
  2. Admita o sentimento. Desenvolva a introspecção, discernimento e o auto-conhecimento. Lembre-se, é OK sentir. Nos sentimentos não existe certo ou errado ou qualquer tipo de moralismo. Evite julgar ou criticar o sentimento. “Qual o sentido deste sentimento? Porque é que estou sentindo ……….. (sentimento)?”
  3. Identifique a “fonte” a “raiz” do sentimento. Desenvolva a autoconsciência e a responsabilidade. “O que é que está a provocar este sentimento?”
  4. Partilhe com alguém de confiança e disponível os seus pensamentos e sentimentos. Alguém que tenha a capacidade em ouvir ativamente. Evite julgar ou criticar os sentimentos.
  5. Aprenda a gerir as emoções de uma maneira construtiva. Mobilize as suas emoções ao “serviço” de uma causa humana e espiritual imaterial e individual, não religioso sem dogmas e divindades (nós e Ele/Ela ou Algo que o transcende, que o surpreende, o inspira, que o motive, que o liberte, que o orienta nos momentos complexos do devir e o aceite como é).
  6. Reconheça e valorize os sentimentos dos outros. Desenvolva a empatia, espontaneidade, honestidade, a reciprocidade e a autenticidade.
  7. “Mais será revelado…e mais além”

[1] “Provém de holos em grego que significa totalidade. É a compreensão da realidade que articula o todo nas partes e as partes no todo, pois vê tudo como um processo dinâmico, diverso e uno”.