Blog da Psicóloga

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O papel do psicólogo no universo da adoção da uma criança

O papel do psicólogo no universo da adoção de uma criança

Qual o papel do Psicólogo no universo da adoção de uma criança?

 

Entenda como psicoterapia poderá ajudar 

O Psicólogo exerce um papel fundamental antes, durante e depois da adoção de um filho.

A Psicóloga Mara, colaboradora do nosso Site, nos explica os pontos mais importantes que devem ser analisados e refletidos.

 

Formação da Família

 

Por mais entusiasta que se possa ser pelo tema da adoção, há que se considerar que a formação de uma família envolve momentos delicados. Para quem já convive é comum que o cotidiano necessite ser eventualmente  redefinido. Quando novos elementos são agregados, são inevitáveis inúmeras recomposições.

Os adotantes não devem se constranger ao solicitarem ajuda de um psicólogo. Não há manuais para pais biológicos e muito menos para os adotivos. Cada família necessita ir se moldando conforme as situações se apresentem e muitas dúvidas e receios se impõem.

 

Ajuda de um Psicólogo | Processo de adoção

 

Você decidiu adotar uma criança ou adolescente?

 

Pontos importantes a serem trabalhados pelo Psicólogo 

 
 

 Filho Ideal

 
 

O filho ideal se mantém na esfera dos imaginário enquanto a criança/adolescente real se apresenta e o relacionamento verdadeiro se inicia. Há contratempos que não são exclusivos de famílias adotivas, mas podem assumir uma conotação falsa, de tratar-se de algo exclusivo dessa forma de vinculação. No dia a dia do convívio as diferenças irão aparecer, costumes terão que ser revistos e redefinidos. Nos dois lados (de adotantes e adotados) serão necessário ajustes. Na maioria das vezes, os que recebem os novos membros na família não estão acostumados com crianças e/ou adolescentes. Por vezes, os que chegam há muito estão afastados de um convívio familiar, tem uma lembrança negativa desse ou em nenhum momento de sua vida o desfrutaram. São necessárias renúncias, que podem ser identificadas apenas quando do início do convívio. É necessário ter presente, o tempo todo, que muitas novidades se apresentarão para todos.

À criança adotada, mesmo aquela que consideramos tenha sido devidamente acolhida, permanecem dúvidas acerca de sua origem, principalmente das razões da entrega/abandono pela genitora. Resta sempre uma ferida, que não raramente se associa a um sentimento de culpa.

 

A Aceitação

 

A aceitação do abandono como uma consequência de fatos alheios à criança propriamente dita, não implica obrigatoriamente na superação do conflito. A criança precisa se libertar do sentimento de culpa e, consequentemente perdoar os que a abandonaram para que a ferida possa cicatrizar.

Também os adotantes tem que lidar com questões como luto pela capacidade reprodutiva, autoestima e dúvidas acerca de como se desenvolverá a vinculação com o(s) filho(s) adotivo(s) e a construção do sentimento de pertencimento.

Enfim, há inúmeros aspectos a serem elaborados e podem se beneficiar em um acompanhamento psicológico individual e/ou familiar.

By  Psicóloga Mara Regina

Recomendamos a leitura: Como adotar uma criança

 

 

Psicóloga Mara Regina Augusto – CRP 06/17120

 

 

Psicóloga pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo – 35 anos de experiência.

Pós Graduação (Lato Sensu) em Psicologia Analítica – Universidade São Marcos.

 

EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL

 

Centro de Convivência Infantil da Secretaria do Governo
Período: de março de 1984 a junho de 1985
Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo
Vara da Infância e Juventude do Foro Regional Jabaquara
Psicóloga Judiciária / Psicóloga. Judiciária Chefe
Período: de junho de 1985 a junho de 2014(aposentada)
Psicóloga Voluntária na empresa Instituto Pró-Cidadania-IPC
Psicóloga Voluntária do GAASP
Palestrante do Grupo de Apoio e Orientação à Adoção “Conta de Novo”, do GAASP – Grupo de Apoio a Adoção de São Paulo e dos Encontros Prepatórios de Adoção da Vara da Infância e Juventude do Foro Regional Jabaquara.

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estresse: como lidar com estas emoções

Estresses: O que é, e como lidar com estas emoções

Estresses: O que é, e como lidar com estas emoções.

A chave para gerenciar o estresse é identificar a emoção que acompanha e o sentimento.

Segundo algumas pesquisas o Brasil é o segundo país do mundo mais estressado, aponta o ranking
O que mais estressa o brasileiro, segundo o estudo, é o trabalho, segundo 69% dos entrevistados.

Nove em cada dez brasileiros no mercado de trabalho apresentam sintomas de ansiedade, do grau mais leve ao incapacitante. Metade (47%) sofre de algum nível de depressão, recorrente em 14% dos casos. Os dados são da última pesquisa da Isma-BR, representante local da International Stress Management Association, organização sem fins lucrativos dedicada ao tema.

Pesquisas ligam os transtornos mentais a diversas fontes. O excesso de estímulos é uma delas. Na era da hiperconectividade, as pessoas são atingidas por uma avalanche de informações na forma de mensagens instantâneas, e-mails, alertas de compromisso, notícias em tempo real e aplicativos de todos os tipos e gêneros. “A informática fez com que tivéssemos mais controle de nossa vida, mas isso implica maior carga cerebral”, diz a neurocientista Carla Tieppo, professora da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.

Estamos o tempo todo sendo lembrados do que não fizemos, das tarefas que não cumprimos, das ligações que não atendemos e dos e-mails não respondidos. E a falta de habilidade em lidar com isso pode levar ao estresse e a distúrbios de ansiedade e humor.

Embora especialistas indiquem a vida pessoal, não só a profissional, como fator de risco, em todo o mundo, apenas um de cada cinco indivíduos aponta a família e os vizinhos como fonte de preocupação, segundo uma pesquisa realizada com 16000 pessoas pela Regus, especializada em escritórios flexíveis.


Se mal gerenciado , o alto estresse pode se tornar uma condição crônica e pode levar a sérios problemas como obesidade, insônia, pressão alta, dor crônica e um sistema imunológico enfraquecido. De fato, a pesquisa mostra que o estresse desempenha um papel no desenvolvimento de doenças importantes como doença cardíaca, depressão e transtornos de ansiedade.

Mas, apesar do fato de que a mídia parece ter uma cobertura constante sobre como “livrar-se do seu estresse agora” ou “aliviar o estresse rápido”, apenas 17% dos americanos que têm estresse significativo dizem que estão fazendo um trabalho muito bom em gerenciá-lo .

Então, por que não somos melhores no gerenciamento do estresse? Porque não estamos direcionando o problema certo!

Nós usamos o estresse como um termo atrativo para descrever um senso geral de sentir-se sobrecarregado, mas para realmente começar a quebrar o problema do estresse precisamos obter mais específico e chamá-lo do que realmente é – emoções angustiantes.

O estresse alimentado pelo medo é muito diferente do estresse impulsionado pela raiva … e as soluções também são diferentes!

O seu estresse e os problemas relacionados que causa todos originam de emoções que estão sendo ignoradas, negadas, incompreendidas, suprimidas ou mal tratadas. Suas emoções angustiantes, quando não são atendidas de forma produtiva, estão na raiz de todas as suas questões mais comuns, incluindo excessos, conflitos de relações crônicas, má gestão do dinheiro, abuso de substâncias e até, em muitos casos, frágil saúde física.

Mas quando você é capaz de lidar com suas emoções, você pode contornar seus problemas e seu estresse. Então você pode efetuar uma mudança de cima para baixo em todos os aspectos da sua vida através das escolhas que você faz todos os dias. Esta é a chave para o que eu chamo Wise Mind Living.

Trabalho levado para casa. Falta de tempo para atividades relaxantes ou para a família. Má alimentação. Incapacidade de enxergar perspectivas. Tensão no trânsito. Pavor da violência urbana. Todas essas situações são vividas por quem sente estresse. E não são poucas as pessoas afetadas por essa doença. O Brasil ostenta o título de segundo mais estressado do mundo em um ranking com dez países, feito pela International Stress Management Association (Isma – Brasil). Na nossa frente apenas os japoneses.

O que mais estressa o brasileiro, segundo o estudo, é o trabalho, segundo 69% dos entrevistados.  Eles relataram sofrer com as longas jornadas, sobrecarga de tarefas e a tensão no ambiente corporativo. Foi por causa do desgaste do trabalho que a dona de casa Ana Lúcia Nascimento, 57 anos, se afastou da empresa em que trabalhou por três anos.  “Em tese, eu devia começar às 17h e sair às 23h45, mas como o trabalho era em uma distribuidora de medicamentos, que funcionava a partir dos pedidos, tinha vezes que chegava às 5h”, conta. “Havia muita pressão dos chefes. Chegava em casa e não dormia, ficava ansiosa e desenvolvi depressão”, completa.

O caso de Ana Lúcia exemplifica os dados da Previdência que apontam que, só no ano passado, foram feitos 3.565 pedidos de afastamento. Em 2015, este número foi de  2.899. Quando somados aos problemas de depressão e transtornos mentais, que podem vir de quadros de estresse elevado, o número de pedidos de afastamento do trabalho chega a mais de seis mil. O estresse perde somente para os traumas ósseos e para as lesões causadas por esforço repetitivo como razão para afastamento do trabalho.

O que é Estresse?

De acordo com o psicólogo e conselheiro do Conselho Regional de Psicologia 3ª Região, Renan Rocha, boa parte do estresse no trabalho vem em função da centralidade dele na vida das pessoas. “Nós nos apresentamos a partir do trabalho e ele é parte de nossa identidade, mas é preciso entender o sentido dele na própria vida e perceber os sinais de conflito”, destaca. “Deve-se perceber que o trabalho tem um tempo de se iniciar, de se fazer e de ser concluído. E ele precisa ser vivido nesse espaço de tempo e não fora de seu ambiente próprio”, orienta.


Infarto


O estado de estresse prolongado pode levar a casos de infarto. É que nas situações de tensão, o corpo libera  substâncias no sangue capazes de alterar o ritmo do coração. “O estresse é um gatilho para as doenças cardiovasculares. Pacientes com aterosclerose (acúmulo de gordura no sangue) podem sofrer com a formação de coágulos e assim o estresse pode levar a um mal súbito ou infarto”, alerta o presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC-BA), Nivaldo Filgueiras.

Sintomas do Estresse ( Stress)

sintomas do estresse

Os médicos afirmam que não há causa única para o estresse. Ele está associado, normalmente, aos excessos e experiências negativas. De acordo com a psiquiatra e conselheira do Conselho Regional de Medicina da Bahia, Rosa Garcia, o estresse pode ser entendido em três tipos.



O primeiro é o de transtorno de adaptação, que é o caso das relações externas em que o contexto geral pesa, como o trabalho e família. Nesse caso, a adaptação à vida cotidiana fica comprometida. O segundo, o agudo, que é provocado por desordem, como uma notícia ruim. E o terceiro é o pós-traumático, cuja experiência e efeitos variam de um indivíduo a outro, que está relacionado aos acidentes ou experiências como assaltos.

Ainda segundo os especialistas, o acompanhamento médico sozinho não resolve a situação. Para eles, a saída está em diminuir o ritmo e reservar tempo para desenvolver atividades que proporcionam bem-estar e felicidade.

“É preciso construir outros hábitos, tentar regularizar o sono, ter alimentação regular e adequada, reservar tempo para atividade física e se permitir a ter momentos de prazer, que podem ser qualquer coisa, desde um livro até sair para tomar um sorvete. Além de ter boas relações afetivas, estar perto de pessoas que contribuam para elas”, explica Renan Rocha.

 

Supere o estresse

 

tratamento do estresse

Faça o que gosta Mesmo com atividades profissionais no dia a dia, reserve  uma parte do seu tempo para se dedicar a algo que gosta. Vale qualquer coisa que te faça se sentir bem, de um filme a uma viagem.

Divida seu tempo: Otimize o seu tempo e divida entre trabalho, lazer e descanso. Tenha em mente que existe um tempo de início e de término das atividades

Durma bem! O sono é fundamental para manter as atividades vitais do corpo, logo, garanta as oito horas de sono.

Mova o corpo. Elimine as tensões com atividades físicas. Há várias opções que vão de caminhada à musculação. A atividade física deve ser feita com objetivo de proporcionar bem-estar a quem faz.

Coma bem  Além das atividades físicas, manter a alimentação saudável proporciona bem-estar e reforça a imunidade.  

Lazer é necessário:  Reserve momentos para  diversão, encontrar amigos, ouvir música, ler um livro ou mesmo caminhar na praia.

A Espiritualidade: Manter um lado espiritual ajuda a combater a ansiedade e o estresse, dedique seu tempo a atividades mais espiritualizadas que visem o autocuidado, como meditação e ioga.  

O Trabalho:  Os especialistas comumente afirmam que um bom trabalho é quando não se sente que está trabalhando. Por isso, dedique-se a atividades que realmente gosta e sinta prazer ao executá-las.

Desligue-se  Ao deixar o trabalho, desligue-se completamente da empresa. Ao se distanciar das atividades, é possível relaxar. Vale, inclusive, evitar ver e-mails ou mensagens de grupos de trabalho.

Relacionamentos:  Esteja cercado de relações positivas. Evite relacionamentos abusivos e destine um tempo para passar na companhia de familiares e amigos.

A melhor forma de acompanhar o bem-estar psíquico e emocional é preparar a companhia para tratar depressão, estresse e outros transtornos mentais como qualquer outra doença do corpo.


O Tratamento

 

A psicoterapia pode ser um caminho para o autoconhecimento das fragilidades e ajudar a lidar com as dificuldades vivenciadas no dia a dia. O Psicólogo é um profissional que oferece serviços clínicos para possibilitar este auxilio.


Fonte: American Psychological Association. (2013). Stress in America: The Missing Healthcare Connection. Washington DC

 

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Como-enfrentar-problemas-nos-relacionamentos

Como enfrentar problemas nos relacionamentos

Como enfrentar problemas no relacionamentos

Neste texto você irá encontrar ajuda para a solução de conflitos nos relacionamentos.  Acredito que muitas pessoas tem dúvidas em como resolver as problemáticas, desde algo simples até algo mais complicado do dia a dia.

As pessoas são diferentes!  Parece óbvio mais vale sempre lembrar. Porque dependendo da necessidade de cada um por afeto, atenção e amor os limites podem ficar vagos e a fantasia de que o outro será ou deve ser como nós acaba dominando o relacionamento.

Assim como os dedos da mão não são iguais, várias pessoas reunidas também são diferentes, seja na forma de pensar ou agir. Na maioria dos relacionamentos é quase inevitável que ocorram conflitos.  Para conduzir corretamente um conflito e ainda sair com o relacionamento fortalecido, sugiro que siga os seguintes passos…

Enfrentar os problemas da relação

 

Algumas dicas para você aplicar no dia a dia de seus relacionamentos

 

1 – Reúna as pessoas envolvidas no conflito: sem que estejam todos os envolvidos juntos, é quase certo que não se chegará à melhor solução.

 

 2- Exponha todos os fatos: não confie em boatos ou impressões precipitadas, pois isso poderá fomentar contra-ataques ressentidos.

 

3- Escolha a hora certa para repreender: seguramente não será aquela em que você tem a vontade de estrangular a outra pessoa. É prudente que esteja mais calmo, a fim de que possa contribuir com o problema e não prejudica-lo.

 

 4- Ouça com atenção o que a outra pessoa tem a dizer: ou seja, dê a chance a quem ofende de se explicar o que aconteceu e porque agiu daquela maneira. Às vezes uma palavra pode mudar o panorama.

 

5- Obtenha informações suficientes do problema: quanto mais informação tiver acerca do problema, tais como o erro cometido, quando isso aconteceu e quem estava envolvido. Seguramente você estará mais tranquilo quanto a sua decisão.

 

6- Evite alimentar rancor: após feita a correção, não hostilize a outra pessoa. Mostre que o problema foi resolvido.

Prof. Menegatti

Como se Relacionar com Pessoas Difíceis

 

 

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